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	<title>Blog.mimicas.com</title>
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	<description>Informações sobre a arte da mímica</description>
	<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 14:18:42 +0000</pubDate>
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		<title></title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 14:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[FESTIVAL INFANTIL DE ESQUETES
Olá meu nome é Alexis Ferreira,tenho um projeto social chamado Nós do Interior www.nosdointerior.com.br onde dou aulas de teatro para crianças carentes da minha cidade.Estou produzindo um festival infantil de esquetes para trazer cultura aqui para o interior do Rio e sociabilizar as crianças com a cultura.Para tanto preciso do apoio cultural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FESTIVAL INFANTIL DE ESQUETES</p>
<p>Olá meu nome é Alexis Ferreira,tenho um projeto social chamado Nós do Interior www.nosdointerior.com.br onde dou aulas de teatro para crianças carentes da minha cidade.Estou produzindo um festival infantil de esquetes para trazer cultura aqui para o interior do Rio e sociabilizar as crianças com a cultura.Para tanto preciso do apoio cultural de vocês para divulgar esse festival na pagina principal de vocês,em contra partida coloco o link de vocês no nosso site e quero convida-los para participar do festival onde trocaremos com as crianças experiências muito bacanas,venham se juntar a nós e espalhar alegria para as crianças do interior.A ficha e o edital está disponível no site do Nós.Haverá hospedagem gratuita para todos que moram fora do estado<br />
na certeza do apoio de vocês agradeço pelo carinho e compreensão<br />
Grato Alexis Ferreira (diretor do projeto) 21-2734-3075/8776-3849
</p>
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		<title>I Mostra de Mímica Contemporânea</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 01:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/flyer_mostra2.jpg',665,492,'flyer mostra - flyer mostra'); return false;"><img src="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" alt="flyer mostra - flyer mostra" title="flyer mostra - flyer mostra" /></a></div><div class="centralizado"><a href="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/flyer_mostra2.jpg',665,492,'flyer mostra - flyer mostra'); return false;"><img src="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" alt="flyer mostra - flyer mostra" title="flyer mostra - flyer mostra" /></a></div><div class="centralizado"><a href="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/flyer_mostra2.jpg',665,492,'flyer mostra - flyer mostra'); return false;"><img src="http://blog.mimicas.com/up/m/mi/blog.mimicas.com/img/.resized_flyer_mostra2.jpg" alt="flyer mostra - flyer mostra" title="flyer mostra - flyer mostra" /></a></div>
</p>
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		<title>Entrevista de 2006</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2009/05/24/entrevista-de-2006/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2009 21:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Entrevista realizada em 2006 por Laura Lucci para sua tese de mestrado.
ENTREVISTA COM VICTOR DE SEIXAS

P: Victor, fale um pouco de você e de como e quando conheceu a Mímica Corporal de Decroux.
R: Só para deixar claro uma questão semântica importante, não existe Mímica Corporal do Decroux existem os princípios (técnica) criados por ele que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista realizada em 2006 por Laura Lucci para sua tese de mestrado.</p>
<p>ENTREVISTA COM VICTOR DE SEIXAS<br />
<strong><br />
P: Victor, fale um pouco de você e de como e quando conheceu a Mímica Corporal de Decroux.</strong></p>
<p>R: Só para deixar claro uma questão semântica importante, não existe Mímica Corporal do Decroux existem os princípios (técnica) criados por ele que se chama Mímica Corporal Dramática, utilizados por diversos profissionais que continuam os desenvolvendo conforme suas escolhas estéticas, podemos inclusive afirmar que toda a Mímica ocidental contemporânea tem origem na técnica criada originalmente por Decroux.<br />
Meu primeiro contato prático com a técnica foi em um workshop em belo horizonte, em 2000(?) dentro do ecun, em uma oficina com a Ana Teixeira e o Stefane, onde conheci você também. Andava nesta época estudando a origem da técnica que eu já utilizava há algum tempo, e na pouca literatura que encontrava chegava sempre a esse nome, Decroux, quando vi a oficina em minas não pensei duas vezes, corri para lá&#8230;<br />
Comecei na Mímica em 1993, nesta época minha busca em teatro era dentro de uma linha mais “grotowiskiana”, quando fazendo aulas de circo no circo voador conheci o mímico jiddu, fiquei fascinado pela qualidade de seu movimento e acabei “colando’ nele para aprender mais, mudei para são Paulo e fui atrás do Fernando Vieira que me ensinou muito também, ate que um dia sem perceber, já não assinava mais como palhaço ou ator e sim mímico.<br />
Na Europa, alem de me formar na escola de Mímica Corporal, fui atrás de outras técnicas que acredito ajudam a complementar a minha busca por um teatro baseado no movimento, mascaras, dança, preparação física, respiração torácica e manipulação de objetos, mas posso dizer que a técnica da Mímica Corporal hoje norteia meu trabalho.</p>
<p><strong></p>
<p>P: Após seus estudos na Inglaterra, como você vem usando e aplicando a Mímica Corporal Dramática? (aulas, workshops, direção, atuação).</strong></p>
<p>R: Como disse anteriormente a Mímica Corporal hoje em dia norteia meu trabalho, até mesmo quando ministro uma oficina ou dirijo algo que não e de Mímica Corporal, eu utilizo seus princípios, o treino dentro dos princípios da Mímica Corporal deixou minha visão sobre o movimento mais sofisticada e o conhecimento sobre qualquer assunto e um caminho sem volta&#8230; Alem de ter mudado a minha relação com o movimento dentro do meu corpo e meu corpo em relação do espaço.<br />
Estou dando cursos regulares de Mímica Corporal e também apresentando um solo e buscando verbas para projetos com elencos maiores treinados por mim.<br />
Acredito que o meu treino na Mímica Corporal ainda não acabou, a primeira etapa foram os três anos na escola onde aprendi a técnica agora estou em uma segunda etapa, onde e a hora de eu codificar tudo que aprendi em meu corpo e minha expressão, e um processo contínuo de pesquisa e treino, para poder entrar em uma terceira etapa de transformação em uma técnica pessoal e dar continuidade a o desenvolvimento da técnica&#8230;<br />
Por isso que considero importante a “decodificação” do que aprendi para ensinar também, dar aulas atualmente de Mímica esta complementando meus estudos e na aplicação pratica da técnica.</p>
<p><strong><br />
P: Você percebe alguma diferença ou dificuldade em aplicar uma técnica européia aqui no Brasil? É necessário fazer ajustes na relação ensino/aprendizado?</strong></p>
<p>R: E importante se criar um diferencial entre a técnica e a estética do profissional que a ensina, e muito comum de se fazer confusão entre o estilo pessoal do professor e o que ele ensina.<br />
A técnica da Mímica Corporal é universal, o Decroux era francês, isto e, a abordagem dele sobre a técnica era francesa, o estilo dele, a forma que a técnica se apresentava por ele estava impregnado por sua bagagem cultural.<br />
É muito comum sair de uma escola carregando a técnica com as características culturais do professor e é um processo necessário incorporar a técnica em seu estilo pessoal e sua bagagem cultural para que se torne orgânico e não uma repetição, pois a combinação estilo+técnica de uma pessoa só vai funcionar para o original o resto será uma copia distorcida.<br />
Infelizmente a maioria das pessoas, em qualquer lugar do mundo, procuram formulas mágicas, são poucas que realmente se comprometem em um treino intenso e regular, tive experiências de dar aulas em Londres e na Escócia e encontrei poucas pessoas interessadas em se dedicar a algo em longo prazo, e na verdade fui eu que tive fazer o “ajuste” para dar aulas lá na Europa me adequando a cultura deles.<br />
Aqui no Brasil ainda acho mais fácil trabalhar com o corpo, talvez por nossa cultura ligada a celebração, a dança, aqui encontrei mais pré-disposição a se expressar pelo movimento do que na Europa que normalmente demora-se mais para “se deixar levar”, alem de ser difícil dar aulas sem poder tocar nos alunos, nós aceitamos isso com mais facilidade.</p>
<p><strong><br />
P: Que princípios, a seu ver, são mais importantes na Mímica de Etienne Decroux e como você se apropriou deles para seu trabalho pessoal?</strong></p>
<p>R: Só queria deixar claro que a Mímica do Decroux deixou de existir desde que ele morreu, o que ficou foi sua criação que e uma técnica fantástica chamada de Mímica Corporal Dramática, técnica dividida em parte conceitual e parte pratica, a parte conceitual é um convite para observar o movimento interCorporal e extraCorporal de uma maneira nova e mais detalhada e na parte pratica são exercícios para a ampliação da capacidade expressiva do ator, dando-lhe controle de suas articulações, mais coordenação, controle sobre a tensão/ relaxamento, sensibilidade extraordinária sobre o espaço e seus níveis de energia em cena amplificando sua presença em cena.<br />
Como disse antes, o treino da Mímica Corporal deixou meu movimento e minha percepção mais sofisticados, me dando a liberdade de até não usá-los se necessário.<br />
A influencia desse treino foi tão forte que não posso dizer que me apropriei da técnica, mas a técnica transformou meu trabalho pessoal e hoje, dá a forma ao que faço e a minha pesquisa pessoal.</p>
<p><strong><br />
P:Como você enxerga as possibilidades da Mímica Corporal no teatro do século XXI?</strong></p>
<p>R: A Mímica Corporal Dramática e uma técnica, não um gênero de teatral, ainda ha muita confusão sobre esse assunto, não existe um teatro chamado teatro da Mímica Corporal, existe trabalhos realizados se utilizando dos conceitos da Mímica Corporal na sua concepção e existe o trabalho Corporal do ator amplificado pelo treino da técnica. </p>
<p>A Mímica Corporal não e o fim, mas o meio.</p>
<p>A aplicação da Mímica no processo / treino resultará em um teatro onde o corpo e o principal meio da expressão do ator.</p>
<p>A Mímica Corporal tem apenas 80 e ainda e a técnica mais contemporânea neste sentido, e ainda tem muito que crescer, por isso e importante os novos profissionais de agora, “esqueçam” Decroux e comecem dentro dos princípios deixados por ele a dar continuidade ao desenvolvimento da técnica.</p>
<p>Costumo fazer uma analogia com a técnica de pilates, onde o próprio Pilates desenvolveu novos princípios para ao treino Corporal e reabilitação, e mesmo depois de sua morte, sua técnica não parou de crescer e se desenvolver criando até variantes pelos profissionais que vieram depois dele.</p>
<p>A Mímica Corporal esta apenas começando e são poucos os que a conhecem, e para atrapalhar, existe muita confusão e preconceito contra a palavra “Mímica”, mas acredito que em alguns anos será algo natural e presença obrigatória na formação de atores.</p>
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		<title>Quebrando o Lápis&#8230;</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2009/01/28/quebrando-o-lapis/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 05:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Certa vez ouvi de uma jovem estudante de Ensino Médio a narrativa de um fato curioso. No último bimestre letivo, a sua professora de Literatura pediu a leitura de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (Machado de Assis) e, aos que não tivessem tempo para a leitura integral, indicou um site com o resumo do livro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez ouvi de uma jovem estudante de Ensino Médio a narrativa de um fato curioso. No último bimestre letivo, a sua professora de Literatura pediu a leitura de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (Machado de Assis) e, aos que não tivessem tempo para a leitura integral, indicou um site com o resumo do livro, com o qual seria perfeitamente possível realizar a avaliação sobre a obra.</p>
<p>Segundo alguns profissionais de comunicação estamos agora na “Era da Informação Instantânea” e quando assim dizemos, nos referimos à efemeridade da informação, que se concentra e se dispersa rapidamente e ao curto prazo em que ela deve atingir ao seu destino, estamos movidos pelo convencimento de que o tempo do homem contemporâneo (ao menos o ocidental) é sempre escasso. </p>
<p>Estudos detalhados, que muitas vezes exigem longos prazos de dedicação, treinamentos e pesquisas com base histórica consistente têm sido substituídos gradualmente por curtas experimentações e pesquisas teóricas que tomam uma única obra ou elemento de um pesquisador-criador como referência absoluta de todo o seu trabalho.</p>
<p>Sem estudar a fundo um determinado assunto ou, especificamente, uma técnica, torna-se impraticável compreender a sua amplitude e as possibilidades de criação por ela abrangidas e, sem compreensão, muitas vezes caminha-se para a tão conhecida “reinvenção da roda”, como se o “aluno sem tempo” daquela professora de Literatura dos resumos sentisse falta de elementos que estão presentes em abundância no texto original, porém suprimidos ou  imperceptíveis na versão resumida e resolvesse fazer uma obra com um personagem mendigo em enlouquecimento ao decorrer da história e algumas ironias refinadas (presentes na obra integral), então colocaria um título como “Memórias Póstumas de Brás Cubas Plus” e exporia sua mais nova criação àqueles que mal leram nem mesmo o resumo. O tal aluno julgaria que leu o suficiente do livro original e tudo o que fez é sua inovação, um novo caminho para a tal obra e, dependendo de seu grau de eloquencia, poderia ser perigosamente considerado por muitos um novo gênio da literatura contemporânea. Além de não ser inovador, como considera ser o “aluno sem tempo” e seus colegas, provavelmente não chegaria nem mesmo próximo à qualidade do trabalho de Machado de Assis, pois uma obra culmina de uma série de fatores: a história pessoal e profissional de vida do criador, o momento histórico em que se situa, seus parceiros e colaboradores e, geralmente, não resulta de imediatismos, comuns a esta nossa “Era da Informação Instantânea”. É intensamente necessário conhecer e apropriar-se de uma técnica para utilizá-la plenamente, para esta não seja como ir ao baile com um sapato novo demais, visualmente interessante, mas incômodo ao seu usuário, a ponto de, em algum momento, ter que abandoná-lo forçosamente aos olhos de todos ou disfarçadamente sob uma mesa. </p>
<p>O mundo atual gera milhares de especialistas em “sites de resumo” (ou similares não virtuais), o que ocasiona a diluição da informação. Quando nos referimos às técnicas artístico-corporais, essa afirmação ganha uma força redobrada.  O corpo em sua totalidade, ou seja, incluindo mente, durante a rotina de aprendizado, necessita após a apreensão de uma idéia ou prática, assimilar a informação, associar internamente aos seus próprios signos, para enfim, fazer parte de seu sistema natural de ações e poder ser utilizado como ferramenta expressiva, processo que leva tempos variáveis para cada pessoa, mas jamais poderia ser imediato ou desacompanhado de um longo período de estudos e treinamentos.</p>
<p>Como diz um ditado popular: “O grau de flexibilidade de um lápis apenas é conhecido quando ele se quebra”. Uma técnica apenas atinge a transformação quando atinge o seu limite. Estudos, estéticas e técnicas, como a Mímica Corporal Dramática, por exemplo, são resultados de persistentes pesquisas, inúmeras experimentações, codificações, pontuações expressivas e contextuais, trabalho considerado por muitos até mesmo como obsessivo. Seria impossível chegar a uma evolução natural da técnica, sem antes atingir seu limite, o que, para a maioria absoluta de nós, é algo quase utópico, pois há muito que se esmiuçar sobre a MCD e aos que crêem que chegaram, provavelmente desconhecem profundamente a técnica. </p>
<p>Sem dúvida podemos nos inspirar, mesclar conhecimentos, criar métodos de trabalho que contenham informações de diferentes “escolas”, sobre isto, não há dúvidas. Cada profissional tem suas necessidades expressivas, culturais, sociais, entre outras, e formula seu modo de trabalho e criação de acordo com estas e com a responsabilidade para com o seu público, ou seja, a habilidade de responder com propriedade, por cada elemento que cita ou agrega a este método de trabalho. Somando métodos, observando a realidade do artista contemporâneo, trocando informações, experimentando e pesquisando podemos caminhar para que talvez alguns lápis se quebrem ou conheçamos o quanto é surpreendentemente grande seus limites de flexibilidade.</p>
<p>Rose Prado<br />
São Paulo - Ano do Boi</p>
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		<title>Dica Edital</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2008/12/17/dica-edital/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 13:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

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		<description><![CDATA[Olá, tudo bem?
Meu nome é Artur e a agência onde trabalho está fazendo a divulgação do 1o. Edital de Cultura da Eletrobrás.
Ao longo de Dezembro receberão inscrições de projetos interessados em conseguir patrocínio, desde que enquadrados na Lei Rouanet.
Achei que poderia ser interessante tanto para o seu blog, quanto para seus leitores.
Se tiver interesse em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bem?</p>
<p>Meu nome é Artur e a agência onde trabalho está fazendo a divulgação do 1o. Edital de Cultura da Eletrobrás.<br />
Ao longo de Dezembro receberão inscrições de projetos interessados em conseguir patrocínio, desde que enquadrados na Lei Rouanet.</p>
<p>Achei que poderia ser interessante tanto para o seu blog, quanto para seus leitores.</p>
<p>Se tiver interesse em divulgar, segue o link com todas as informações e download do Edital e calendários.</p>
<p>Abração.</p>
<p>http://www.eletrobras.com/ELB/data/Pages/LUMIS948CE40APTBRIE.htm</p>
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		<title>O que é Teatro Físico?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 23:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

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		<description><![CDATA[O que é Teatro Físico?
Teatro físico é um termo vago e passível de diferentes interpretações quando utilizado para definir gênero teatral. A definição mais comum, onde todos concordam, é de um trabalho que coloca a fisicidade do artista cênico em primeiro plano no resultado estético final de uma performance,  normalmente os grupos que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é Teatro Físico?</p>
<p>Teatro físico é um termo vago e passível de diferentes interpretações quando utilizado para definir gênero teatral. A definição mais comum, onde todos concordam, é de um trabalho que coloca a fisicidade do artista cênico em primeiro plano no resultado estético final de uma performance,  normalmente os grupos que se definem como teatro físico trabalham com texto falado em uma dramaturgia linear ou não, mas como o suporte de outras linguagens:<br />
Mímica / Pantomima<br />
Dança contemporânea / Dança Teatro<br />
Palhaço / Comédia física<br />
 Acrobacia solo e/ou aérea.</p>
<p>Embora estes diferentes grupos possam chamar para si o título de teatro físico, pois o resultado estético final de suas criações está baseado no movimento corporal dos artistas cênicos, alguns críticos/diretores de forma arbitrária tentam definir teatro físico como apenas uma das linhas possíveis de trabalho, normalmente a linha a qual eles conhecem bem, desmerecendo quaisquer outras formas ou estilo como parte também deste gênero, gerando mais confusões sobre o que é ou não é teatro físico.<br />
A definição comum para Teatro físico é de um trabalho que pode se utilizar de texto, mas tem como foco principal o trabalho físico dos artistas, seus corpos seus movimentos no espaço. Um teatro extremamente visual onde a gestualidade/movimentação é o elemento primordial, colaborando ou as vezes substituindo a dramaturgia textual, também podendo substituir o cenário ou elementos cênicos pelo movimento/corpo dos artistas.<br />
O termo teatro físico, tem sua origem na Inglaterra na década de 70 pelo ator/dramaturgo/diretor Steven Berkoff que depois de ter estudado em Paris com Jacques Lecoq e Etienne Decroux retornou a Inglaterra adaptando e dirigindo espetáculos sobre textos clássicos, explorando ao máximo a capacidade física de seus atores, a crítica inglesa na época sem saber como definir o trabalho de Berkoff, o chamou de teatro físico,  o termo acabou se espalhando e também sendo apropriado por outros diretores e companhias que começaram a explorar a fisicalidade dos atores na sua atuação em contraste com o teatro extremante baseado no texto falado onde o corpo era completamente ignorado.<br />
Teatro físico então nasceu na necessidade de definir um teatro mais visceral, vivo, em movimento, colocar o corpo como elemento tão importante é necessário como a voz, em uma época onde a maioria dos atores eram apenas repetidores de texto, isso na Inglaterra final da década de 70&#8230;<br />
Então utilizar o termo teatro físico é necessário no Brasil 30 anos depois de sua invenção?<br />
O teatro contemporâneo não seria em essência teatro físico?<br />
O grande paradoxo da utilização deste termo hoje em dia é que a grande maioria dos grupos e artistas atuantes misturam linguagens diferentes, exploram possibilidades expressivas e estéticas e quase não existe mais um teatro como se fazia na Europa há 30 anos, além do corpo arquetípico Brasileiro ser muito mais ligado ao movimento e ter  uma intensidade ampliada em contraste com o corpo europeu, principalmente o de três décadas atrás.<br />
O teatro contemporâneo não é de fácil definição neste sentido, está mais liberto de estigmas e regras como acontecia, freqüentemente reinventa-se para contrapor novas perspectivas do fazer artístico, confronta novas mídias, um mundo em velocidade acelerada de informação e em constante mudança.<br />
Mas nem toda a criação artística contemporânea pode ser definida como estética contemporânea, é difícil para muitos criadores deixar para trás antigos estigmas, o novo sempre assusta e para eles acaba sendo mais fácil apenas repetir formulas, ignorando os novos paradigmas que permeiam nossa época, do que procurar uma manifestação que englobe o momento tanto do mundo como do próprio criador, talvez para criar contraste contra esses criadores que negam a sua contemporaneidade que algumas pessoas ainda escolham usar o termo teatro físico para definir o seu trabalho.</p>
<p>Victor de Seixas / Dez 2008
</p>
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		<title>Rir é a atividade mais intelectual do ser humano</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2008/11/10/rir-e-a-atividade-mais-intelectual-do-ser-humano/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 18:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

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		<description><![CDATA[Rir é a atividade mais intelectual do ser humano
Ao nascermos temos a capacidade de chorar, de sentirmos ira, excitação, mansidão, satisfação e insatisfação. Mas apenas quando o nosso intelecto está apto a compreender e absorver informações do mundo exterior podemos rir, aliás o ser humano é o único animal que ri, os demais podem até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rir é a atividade mais intelectual do ser humano</p>
<p>Ao nascermos temos a capacidade de chorar, de sentirmos ira, excitação, mansidão, satisfação e insatisfação. Mas apenas quando o nosso intelecto está apto a compreender e absorver informações do mundo exterior podemos rir, aliás o ser humano é o único animal que ri, os demais podem até manifestar contentamento, o que é relacionado ao prazer, como os cães com seus rabos expressivos, mas rir&#8230; nunca. Nem a tal hiena, que na verdade, emite o tal som semelhante à risada quando sente-se mal, é quase um choro, um lamento.</p>
<p>Portanto, há duas opções, ou exercitar o intelecto para ter mais capacidade de rir ou rir mesmo sem vontade, pelo menos se o intelecto não lhe propicia esta oportunidade, os outros pensarão que sua mente brilhante captou algo que deveria captar.</p>
<p>Como dizia Nietzche &#8220;E falsa seja para nós toda a verdade que não tenha sido acompanhada por uma gargalhada!&#8221; Afinal nos pré-ocuparmos tão sisudamente com a busca de convicções, pode ser uma grande balela, formar uma verdade na qual todos tenham que curvar-se isso em si já é &#8220;ridículo&#8221;, ou seja, passível de riso, citando outra frase de Nitzsche &#8220;Devemos compreender que a verdade, por pretender ser verdadeira,<br />
não passa de ilusão ou mentira&#8221;. Pobre verdade e pobre daqueles que a seguem, marchando de cara amarrada atrás do nada. Uma tragédia, ou seria uma comédia? rrss&#8230;</p>
<p>Rose Prado, 23:16, ano do rato!
</p>
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		<title>Novidades</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2008/09/08/novidades/</link>
		<comments>http://blog.mimicas.com/2008/09/08/novidades/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 03:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.mimicas.com/2008/09/08/novidades/</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal,
boas novas!
aguardem em breve um novo site atualizado com mais artigos e textos, junto com o lançamento do Projeto  Mimicas, a formação de um núcleo permanente de estudos de M.C.D.
saudações

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>boas novas!</p>
<p>aguardem em breve um novo site atualizado com mais artigos e textos, junto com o lançamento do Projeto  Mimicas, a formação de um núcleo permanente de estudos de M.C.D.</p>
<p>saudações
</p>
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		<title>Artigo interessante</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2008/09/08/artigo-interessante/</link>
		<comments>http://blog.mimicas.com/2008/09/08/artigo-interessante/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 03:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal,
a quem interessar tem um artigo muito interessante do George Mascarenhas (BA): 
http://www.fsba.edu.br/dialogospossiveis/artigos/10/06.pdf
ele fala um pouco sobre a mímica corporal e a pantomima.
saudações

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>a quem interessar tem um artigo muito interessante do George Mascarenhas (BA): </p>
<p>http://www.fsba.edu.br/dialogospossiveis/artigos/10/06.pdf</p>
<p>ele fala um pouco sobre a mímica corporal e a pantomima.</p>
<p>saudações
</p>
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		<item>
		<title>Olá! Sejam bem Vindos!</title>
		<link>http://blog.mimicas.com/2007/11/15/ola/</link>
		<comments>http://blog.mimicas.com/2007/11/15/ola/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 00:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>victor de seixas</dc:creator>
		
		<category>principal</category>

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		<description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Blog Mimicas.com, aqui você pode encontrar artigos sobre a arte do movimento e assuntos relevantes!
No lado direito você encontra o link para alguns artigos e abaixo os post mais recentes.
Caso queira postar seu artigo ou comentário se sinta a vontade!
Saudações
Victor de Seixas

]]></description>
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<p>No lado direito você encontra o link para alguns artigos e abaixo os post mais recentes.</p>
<p>Caso queira postar seu artigo ou comentário se sinta a vontade!</p>
<p>Saudações</p>
<p>Victor de Seixas
</p>
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